TEMPORADA DAS FLORES
Leoni
Composição: Leoni
Que saudade agora me aguardem,
Chegaram as tardes de sol a pino,
Pelas ruas, flores e amigos,
Me encontram vestindo meu melhor sorriso,
Eu passei um tempo andando no escuro,
Procurando não achar as respostas,
Eu era a causa e a saída de tudo,
E eu cavei como um túnel meu caminho de volta.
Me espera amor que estou chegando,
Depois do inverno a vida em cores,
Me espera amor nossa temporada das flores.
Eu te trago um milhão de presentes,
Que eu achava que já tinha perdido,
Mas estavam na mesma gaveta,
Que o calor das pessoas e o amor pela vida...
Me espera estou chegando com fome,
Preparando o campo e a alma pra as flores,
E quando ouvir alguém falar no meu nome,
Eu te juro que pode acreditar nos rumores.
Me espera amor que estou chegando,
Depois do inverno a vida em cores,
Me espera amor nossa temporada das flores.
Me espera amor que estou chegando,
Depois do inverno é a vida em cores,
Me espera amor nossa temporada das flores.
Me espera amor que estou chegando,
Depois do inverno é a vida em cores,
Espera amor nossa temporada das flores.
Me espera amor que estou chegando,
Depois do inverno é a vida em cores,
Espera amor nossa temporada das flores.

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Em 1977 o movimento punk toma conta de Brasília. Vários amigos que mais tarde misturariam e formariam várias bandas.
Em janeiro de 1985 é lançado o primeiro LP. “Legião Urbana” é mal divulgado mas o público começa a identificar-se. Começa a vender, vende dez vezes mais que o previsto pela gravadora (que era de 5 mil) Chega a marca de 100 mil cópias.
Começou com o quarteto Bruno Gouveia (voz), Miguel Flores da Cunha (teclados), André da Luz (baixo) e Álvaro Lopes (bateria).
Veio contrato com gravadora e em 1986, já com Carlos Coelho na guitarra, o Biquini Cavadão lançou “Cidades em torrente”. Tinha participação de Renato Russo na faixa “múmias” e Herbert, guitarra em ‘Tédio”.
Formado inicialmente por Thedy Correa (baixo e voz), Sady Homrich (bateria) e Carlos Stein (guitarra) o Nenhum de Nós decidiu em 1986 levar a música a sério.
O primeiro LP vendeu pouco mais de 30 mil cópias, o segundo mais de 210 mil.
André X, baixista, paranaense, fazia parte do clube da colina em Brasília. Jander Bilaphra (guitarra e voz) mineiro, Gutje(bateria) carioca e Philippe Seabra (guitarra e voz) morador de Brasília nascido em Washington D.C. EUA.
O locutor de FM, Marcelo Nova, juntamente com seus amigos revolucionou a música bahiana nos anos 80.
Resultado: saíram da gravadora e continuaram fazendo shows. Em 1985 em outra gravadora o Camisa lançaria “Batalhão de Estranhos”e começaria realmente seu sucesso. ‘Eu não matei Joanna Darc’ puxava o disco que se tornou de ouro devido as vendagens.
Surgiu do clube da Colina de Brasília. A união dos irmãos Fê e Flavio Lemos (aborto elétrico) mais Loro Jones (blitz 64) juntamente com Dinho Ouro Preto, irmão mais novo de Iko Ouro-Preto (que tocou seus acordes na Legião) resultou numa das bandas de maior expressão no cenário do rock brasileiro.
Muitos shows e no fim do mesmo ano era lançado o terceiro LP “você não precisa entender” delineando um pouco mais a linha pop da banda. ‘Fogo’ foi a faixa mais executada. A vendagem não passou das 50 mil cópias.
Estudantes da PUC, Leoni de Letras e George Israel, Engenharia. Era 1981. A música aproximou os dois, logo Carlos Beni (bateria), velho amigo de Leoni juntou-se a dupla.
A partir daí nasce o primeiro LP “Seu espião” que conseguiu a marca de quase 150 mil cópias. Nesta época a formação já contava com Bruno Fortunato na guitarra e as saídas de Beni (que virou produtor da banda), Beto e Owens. Em 1985 era lançado “Educação sentimental” com alguns hits e a parceria de Léo Jaime na “Formula do amor “.
Paulista da Vila Mariana, Edgard Scandurra conheceu Nasi no colégio Brasílio Machado. Ficaram amigos.
Estudantes de Arquitetura, Humberto Gessinger e Carlos Maltz ficaram estudando e quase seis meses sem se falar. Quando apareceu uma festa estudantil os dois trocaram papos. Gessinger mostrou 30 letras a Maltz que mostrou a Marcelo Pitz. Fizeram três ensaios e tocaram. Duas composições próprias, covers e versão de “Lady Laura”de Roberto Carlos. Agradaram.
Após shows e perto de lançar outro LP, Pitz decide sair da banda. Gessinger assume o baixo e convidam Augusto Licks, 31 anos, músico conceituado no Rio Grande do Sul para a guitarra. Em 1987 lançam LP “A revolta dos dândis” e caem no gosto do público.
Paulo Ricardo Medeiros muda-se de Brasília para São Paulo em 1977, com 14 anos. Conhece o tecladista Luiz Schiavon dois anos depois, este com 21 anos. A dupla formou um grupo de rock progressivo. Durou um ano e meio. Paulo Ricardo decidiu ir para Londres, no segundo semestre de 1982 e lá descobriu novos sons. Voltou para o Brasil em 1983 e formou, novamente, um duo com o tecladista. Gravaram fita-demo e nada aconteceu. Decidiram buscar outros integrantes: primeiro veio Fernando Deluqui na guitarra , depois Fernando Moreno na bateria. Fizeram shows em várias danceterias paulistas.
Lançado em janeiro de 1985 no meio de uma enxurrada de novas bandas o RPM conseguiu aparecer um pouco. No mesmo ano sairia um fenômeno de vendas, o LP “Revoluções por Minuto”. Paulo PA Pagni já havia assumido as baquetas.
Em 1987 gravou um mix junto com Milton Nascimento. Em agosto deste ano o RPM termina pela primeira vez devido aos direitos autorais das canções, só que a gravadora com o contrato assinado por cinco anos obriga a banda a se reunir para gravar. Em 1988 foi lançado o LP “RPM” que também ficou conhecido como “Quatro Coiotes”.
Roger Moreira Rocha e Leospa amigos desde 1975, resolveram seis anos depois montar uma banda para diversão. Em 1979 os dois trabalharam em São Francisco (Estados Unidos) de entregadores de pizza e faxineiros. Nesta época inventaram a primeira música “Mauro Bundinha”.
Com apenas um mês nas lojas já chegava a casa de 50 mil cópias vendidas(chegaria a decuplicar esta marca). Durante a maior parte do ano, o Ultraje decidiu tirar férias para evitar a superexposição. Em 1987 lançaram o LP que sucederia o grande sucesso de “Nós vamos…”.
Uma junção de diversas bandas. No final dos anos 70, Marcelo Fromer, Tony Belotto e Branco Mello eram o Trio Mamão; Nando Reis e Paulo Miklos faziam parte do Sossega Leão; Arnaldo Antunes fazia parte da Aguilar e Banda Performática; Ciro Pessoa e Charles Gavin eram Os Jetsons. Sérgio Britto não tocava com ninguém.
Causava estranheza oito malucos nos programas cafonélios da época. Era chamados de new-bregas. O primeiro LP intitulado ‘Titãs’ (agora sem ié-ié) lançado em 1984 conseguiu certo destaque com as músicas “Sonífera Ilha” e “Marvin”. Vendeu menos de 50 mil cópias.
Herbert Vianna (filho de militar) e Bi Ribeiro (filho de diplomata) se mudaram de Brasíla onde conviviam com a ‘turma do som’ da capital do país e foram morar no Rio de Janeiro. Era 1978, Herbert tinha 16 anos, sem mais contato próximo com os amigos de Brasilia e odiando a cidade maravilhosa, trancou-se no quarto e começou a estudar guitarra.
No mesmo ano saiu o LP 'Cinema Mudo' quie não teve muita repercussão. Em agosto de 1984 o segundo LP ‘O Passo do Lui’ emplacou diversas músicas.
A banda foi formada para tocar na 21a feira da Providência, que aconteceu em novembro de 1981. Duas semanas de ensaios. Na hora H a organização do evento 'esqueceu' de providenciar um P.A. Resultado: nada de show, nada de rock’n roll.
A primeira apresentação que rendeu comentários foi no Morro da Urca abrindo o show de Sandra Sá, funkeira, amiga de Tim Maia. O primeiro LP do Barão, lançado em setembro de 1982 virou item de colecionador pois não caiu no gosto da mídia. ‘Barão Vermelho 2’ de 1983 começou a ter destaque após comentários positivos de Caetano Veloso que regravou “todo amor que houver nessa vida”.
O Barão quase afunda. Frejat assume os vocais e a banda lança ‘declare guerra’, recomeço difícil , pouca vendagem e desemprego. Mudaram de gravadora e emplacaram o LP : ‘Rock’n Geral’ 1987.
Verão de 80/81. Reuniram-se no Teatro Ipanema, no Rio de Janeiro,para apresentações o grupo teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone abrindo o show da cantora Marina. Entre intervalos dos ensaios , o ator do Asdrúbal , Evandro Mesquita levava um som com Lobão, na época baterista de Marina e com o primo de Regina Casé, Ricardo Barreto.
A Blitz ficou com a formação: Evandro nos vocais e violão, Barreto guitarra, Antônio Pedro no baixo(que chegou a tocar com Mutantes e depois com Lulu Santos), Willian Forgheri nos teclados (ex-Gang 90), Márcia e Fernanda nos vocais e Lobão na bateria. 
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